«Relativamente à telemonitorização, Fernando Gomes da Costa não tem dúvidas em considerar esta forma de seguimento dos doentes à distância como “uma das soluções de futuro, não só em termos de melhoria da prestação de cuidados como também em termos de ganhos em efetividade e em economia de escala”.» (Dr.Fernando Gomes da Costa em Just News a 1 de maio de 2017)

Sendo considerada uma área compreendida à unidade de teleassistência, a telemonitorização consiste na instalação, nos domicílios dos utentes que padeçam de determinadas patologias, de aparelhos simples de medição de parâmetros vitais adequados à avaliação clínica permanente das suas patologias. Esses aparelhos de monitorização transmitem, de forma automática, os dados captados para os serviços especializados.

Fontes: Suporte legal para o desenvolvimento da Telemedicina, SPMS, 2013;

 

«Relativamente à telemonitorização, Fernando Gomes da Costa não tem dúvidas em considerar esta forma de seguimento dos doentes à distância como “uma das soluções de futuro, não só em termos de melhoria da prestação de cuidados como também em termos de ganhos em efetividade e em economia de escala”.» (Dr.Fernando Gomes da Costa em Just News a 1 de maio de 2017)

Entrevistado: Rui Nêveda, médico pneumologista
Centro Hospitalar do Alto Minho
Área da Telemonitorização

Os doentes com doença pulmonar crónica obstrutiva, como é o caso também em outras patologias crónicas, necessitam de um acompanhamento próximo por parte dos profissionais de saúde. A deteção precoce da descompensação, tal como o ensino de doentes e cuidadores na gestão da doença são decisivos para uma redução da morbilidade e de episódios de hospitalização. A telemonitorização pode ser uma preciosa ajuda nestas tarefas.

«Conhecer muito bem as caraterísticas e condições de vida dos doentes alvo, selecionando, obviamente com cuidado, a solução tecnológica e perceber a importância que esta pode ter na ajuda do doente com DPOC. A tecnologia deve sempre ser adaptada ao doente e não o inverso, e o sucesso passa sempre pelo trabalho de equipa, devendo o clínico ter o papel principal sempre com a colaboração da equipa técnica. A empatia criada com o doente e com o cuidador é fundamental.» Rui Nêveda

Contributos importantes em http://www.cnts.min-saude.pt/category/comunicacao/entrevistas/